Inglês atualizado

O aprendizado de uma língua não passa apenas pela sala de aula, mas se concretiza nas novas experiências que esse conhecimento é capaz de proporcionar. Para estarem em sintonia com as transformações desse saber dinâmico, os professores do Band são incentivados a buscar as novidades pelo Brasil e pelo mundo.

O Coordenador de Língua Inglesa e Assuntos Internacionais, José Olavo de Amorim, esteve em Kelowna, Canadá, a convite da UBC (University of British Columbia) para conhecer o Okanagan Campus junto de uma comitiva de outros onze “counselors” (orientadores de alunos) do mundo inteiro, vindo de países como Guatemala, Jordânia, Estados Unidos e Noruega.
Olavo elogiou muito a organização da universidade e a atenção que recebeu de todos os profissionais. “Eles dão muito valor à construção de relações internacionais. Nosso grupo conversou pessoalmente com o Presidente da Universidade, Stephen Toope, e percebemos o interesse genuíno deles”, contou.

Além de trocar experiências, o professor pode conhecer toda a infraestrutura do campus, como salas de aula, dormitórios e museus. “Pude viver a universidade e entender a cultura de aprendizado deles, muito diferente da nossa. Esse tipo de experiência é muito rica para ser passada ao aluno que pretende estudar no exterior”, observou.

As professoras Cléria dos Santos e Patrícia Goloni estiveram na Inglaterra, participando de cursos no English Language Centre, junto a outros professores do mundo inteiro. Ambas já fizeram outras viagens de capacitação com o apoio do Band, e afirmam que os ganhos vão muito além dos conhecimentos adquiridos nos cursos. “É muito interessante ter um tempo para refletir sobre sua profissão em um ambiente diferente”, diz Patrícia. “As viagens são mais uma expressão dos valores que seguimos aqui: a qualidade no que se faz, a consciência da importância e a valorização do professor”, completa Cléria.

Em Curitiba, as professoras Amini Rassoul e Silvana Paulos participaram da 9ª Southern Cone Tesol Convention. O evento reúne professores brasileiros e estrangeiros de Inglês como língua estrangeira e autores de livros didáticos. Refletir sobre o uso da tecnologia e a relação com os “digital learners” foi muito importante para as professoras. “Mais do que conhecer as novas tecnologias, nós pudemos pensar em novas utilizações dos recursos que já temos em sala de aula”, conclui Amni.

Prevenção na escola

É parte da filosofia da escola a constante capacitação de seus profissionais. Em CPG não seria diferente. As professoras Marina Schwarz e Beatriz Kohlbach marcaram presença no XXI Congresso Brasileiro da ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas), realizado na semana da pátria em Recife – PE.

No evento, foram discutidas questões como publicidade e drogas lícitas, mudanças nas políticas antidrogas internacionais e o uso de redes sociais na prevenção às drogas. Nas palestras e cursos, as professoras puderam circular entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, assim como conhecer seus mais recentes trabalhos.

“Ficamos felizes ao perceber o quanto o projeto de CPG é conhecido e admirado pelos pesquisadores e educadores desta área”, contaram. Beatriz e Marina destacam a inspiração para novos projetos e a possibilidade de novas parcerias como pontos fortes da viagem.

Liderança, motivação e transformação

Combinar reflexão e ação, compreender diferentes contextos e acreditar em suas próprias ideias para fazer a diferença em realizações coletivas. Essas foram algumas das lições que Ricardo Aguirre, de Relações Institucionais e Culturais do Colégio Bandeirantes, trouxe da Kellog University.

Ricardo participou do Programa Skills, Tools and Competencies da Fundação Dom Cabral, voltado para formação de executivos. A etapa brasileira do curso teve duração de uma semana e aconteceu em Minas Gerais, onde os participantes discutiram a visão empresarial brasileira e as possibilidades de novas visões e realidades. Na Kellog University, em Chicago, as três semanas de atividades tiveram uma abordagem global, trabalhando com estudos de caso de empresas, refletindo sobre gestão, tecnologia e liderança.

Em ambas etapas, Ricardo Aguirre aproveitou a oportunidade para focar toda sua atenção nos novos conceitos e reflexões propostas. “É muito interessante essa possibilidade de imersão. O ambiente contribuía para manter 100% de atenção nos estudos”. Ele também mostrou que o conhecimento não vem apenas dos professores e palestrantes “a turma é composta por executivos de áreas muito diversas, o que me fez pensar sobre meu próprio trabalho de outros pontos de vista e trazer experiências que deram certo em outros segmentos”, conclui.