Professora Yeda vai à conferência da Apple

A professora Yeda Mafra, de Português, foi à conferência da Apple Distinguished Educators em Miami para representar o Colégio Bandeirantes. O evento teve como objetivo debater o uso de tecnologia em sala de aula e reuniu educadores do Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos e México.

Professoras Yeda Lenza e Marlene Pissolito

Professoras Yeda Mafra e Marlene Pissolito

Durante o congresso, inúmeros educadores experientes no usos de aparelhos Apple para criar trabalhos inovadores com os alunos apresentaram-se nos “Show Cases”, inspirando os outros presentes no evento. “Eles procuraram focar que não se deve ter medo de fracassar e que devemos comemorar o erro pela tentativa que foi feita”, comentou Yeda.

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Ela também teve a oportunidade de dividir seu trabalho feito em conjunto com a professora Marlene Pissolito nas salas de 6.o ano. No projeto desenvolvido por elas, os estudantes aprendem o conteúdo de Português por meio dos aplicativos Flashcards e Ibooks.

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Sobre a participação no evento, Yeda destaca a troca de conhecimento entre os educadores. “É hora de trazer a experiência para a sala de aula “, declarou a professora. “A mensagem principal foi que a educação tem que ser criativa, colaborativa, engajada e, acima de tudo, relevante”, completou.

Prof. Fábio Caceres conclui mestrado na UFSCAR

O professor Fábio Caceres, de Matemática, completou o mestrado na UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos). O tema foi a contribuição da história da Matemática para tornar o ensino da Geometria mais cativante.

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A base para a sua tese foi o ‘Aqueduto de Eupalinos’, construído na Grécia no século VI a.c com princípios da geometria plana. O túnel é tido como um dos grandes feitos da engenharia, o que motivou o professor trabalhar com estudantes do 8.o ano para recriar um pequeno modelo em sala e ensiná-los sobre o conteúdo envolvido na sua construção.

“Eu contei a história do aqueduto para os alunos, para reforçar os conceitos de Geometria e adaptei esse problema real para a sala de aula”, afirmou o professor.”Nós, então, usamos uma mochila para simular uma montanha e sem retirar a mochila, os alunos tinham que pensar como poderiam ser escavadas duas frentes opostas para elas se encontrarem no meio. Essa era a grande proposta”, completou.

Para Fábio, o resultado da atividade foi positivo. “Foi bem cativante, os alunos gostaram e se mobilizaram para entender os conceitos que eles já tinham aprendido. Eles também viram a utilidade prática do conteúdo trabalhado em Geometria”, comentou.

Além disso, o professor destaca o impacto do Mestrado no modo de dar aula. Para ele, a experiência o fez entender melhor métodos para conduzir o aluno à solução de problemas que permitem o protagonismo do estudante.